- O Butão promete 10.000 BTC para financiar a Cidade da Atenção Plena de Gelephu, movendo-se mais rápido que El Salvador.
- El Salvador garantiu US$ 1,6 bilhão para melhorias nos portos, mas a construção da “Bitcoin City” não tem data de início.
- O Butão utiliza reservas soberanas de mineração para financiamento, enquanto El Salvador depende de títulos externos atrasados.
A corrida global para construir a primeira ‘Cidade do Bitcoin’ funcional do mundo tem um novo favorito. Enquanto El Salvador chamou as manchetes com seu anúncio em 2021, o Reino do Butão está avançando discretamente com sua própria Cidade da Atenção Plena Gelephu (GMC) com uma enorme injeção de capital soberano de US$ 1 bilhão, sinalizando que a nação do Himalaia pode ser a primeira a implementar o conceito.
A abordagem do Butão baseia-se em ações soberanas em vez de dívida externa. O governo anunciou recentemente um Compromisso de Desenvolvimento do Bitcoin, destinando até 10.000 BTC (avaliados em cerca de US$ 1 bilhão) de suas reservas nacionais de mineração para financiar o GMC. Isso permite que o projeto avance sem esperar pelos mercados de títulos ou por credores estrangeiros.
Ao contrário de seus concorrentes, a GMC já está operacionalizando. A “Região Administrativa Especial” de 1.000+ quilômetros quadrados possui um plano diretor confirmado, um arcabouço legal e um conselho de administração. As equipes de construção começaram a limpar os locais para o projeto, que visa integrar mineração de Bitcoin, energia verde e finanças em um único corredor econômico que conecte o Sul da Ásia ao Sudeste Asiático.
El Salvador: O Atraso do Vínculo
Em contraste, a Bitcoin City de El Salvador permanece em grande parte na fase de planejamento quatro anos após sua apresentação.
O projeto, previsto para a base do vulcão Conchagua, foi projetado para ser financiado por US$ 1 bilhão em Títulos de Vulcão. No entanto, esses títulos enfrentaram repetidos atrasos, deixando o cronograma de construção da cidade ambíguo.
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Avaliando qual cidade se move primeiro
Ambas as iniciativas colocam o Bitcoin no centro dos planos nacionais de desenvolvimento, mas seus caminhos de execução diferem. O Butão está avançando o GMC dentro de uma estrutura administrativa já definida, apoiada pelas reservas e operações de mineração de Bitcoin já existentes. O projeto de El Salvador depende mais de financiamento externo e compromissos futuros de construção.
Comentando sobre os desenvolvimentos, Surya observou no X que o modelo do Butão apresenta o Bitcoin como capital de desenvolvimento de longo prazo, e não como uma reserva especulativa, destacando a ligação estratégica entre o ativo e um projeto específico da cidade.
Com base nas informações divulgadas, o plano do Butão avançou ainda mais para uma implantação estruturada, enquanto a Cidade do Bitcoin de El Salvador ainda está na fase de anúncio e financiamento.
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