Caso Ripple Volta às Manchetes Enquanto E-Mails Criticam a SEC

Caso Ripple Volta às Manchetes Enquanto E-Mails Criticam a SEC

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Caso Ripple Volta às Manchetes Enquanto E-Mails Criticam a SEC
  • E-mails criticam a posição da SEC sobre criptomoedas, citando inconsistência entre XRP e Bitcoin
  • As alegações afirmaram que classificações inconsistentes de criptomoedas confundiram mercados e investidores.
  • O tribunal decidiu que o XRP não é um título na atividade de negociação de câmbio secundária.

Um e-mail recém-surgido, vinculado a arquivos divulgados nas divulgações mais amplas do documento Epstein, desencadeou uma nova discussão na comunidade criptográfica após mencionar a longa batalha legal entre a Ripple Labs e a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC).

O advogado pró-XRP Bill Morgan destacou o e-mail, que teria sido escrito pelo denunciante Christopher Dilorio e continha fortes críticas à forma como a SEC lidou com a regulação cripto, manipulação de mercado e fiscalização de penny-stocks. A mensagem argumentava que os reguladores adotaram uma postura inconsistente ao tratar alguns ativos digitais de forma diferente de outros, usando o processo da SEC contra a Ripple como exemplo-chave.

Para quem não sabe, em agosto de 2025, Ripple e a SEC dos EUA encerraram sua longa disputa legal por meio de um acordo. O resultado confirmou que o XRP não é considerado um título quando negociado em bolsas, enquanto a Ripple concordou em pagar penalidades relacionadas a algumas vendas institucionais anteriores de tokens que violaram as regras de valores mobiliários.

O que o E-mail Afirma

De acordo com o texto visível nas capturas de tela divulgadas, o autor alegou que inconsistências regulatórias criaram confusão nos mercados financeiros. Um argumento destacado afirmou que os reguladores afirmaram que o XRP poderia ser tratado como um título enquanto o Bitcoin não, questionando como ativos digitais semelhantes poderiam ser classificados de forma diferente. O e-mail também incluía alegações mais amplas de corrupção, manipulação de mercado e falhas regulatórias relacionadas a penny stocks e mercados de negociação over-the-counter.

O autor sugeriu que ou todas as criptomoedas deveriam ser tratadas como valores mobiliários ou nenhuma deveria ser, argumentando que a aplicação seletiva enfraquecia a clareza regulatória. O e-mail também fez referência a investigações de mercado mais antigas e ações de fiscalização passadas para apoiar essas alegações, embora as declarações pareçam refletir as opiniões do autor e não conclusões verificadas.

Apesar das fortes alegações no e-mail, o desfecho legal do caso Ripple foi mais complexo. Os tribunais dos EUA decidiram que o XRP em si não é um título quando negociado em mercados secundários, mas também determinou que certas vendas institucionais da Ripple constituíam ofertas de valores mobiliários não registradas.

O ex-advogado da SEC Marc Fagel respondeu à discussão circulante esclarecendo que o tribunal concluiu que a Ripple captou fundos por meio de vendas de títulos não registrados em certos contextos. Ele também afirmou que nem toda transação de criptomoedas viola automaticamente a lei de valores mobiliários, enfatizando que a fiscalização depende de como os tokens são vendidos e comercializados.

Especialistas ainda não têm certeza do motivo pelo qual o e-mail apareceu entre as divulgações de arquivos relacionados a Epstein, já que não se relaciona diretamente às questões jurídicas centrais dessas investigações.

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