- Pano Mekras afirma que o XRP deve ser visto como uma commodity descentralizada, não como um ativo que prioriza o setor bancário.
- Ele aponta para o objetivo original da XRPL de eliminar intermediários financeiros da transferência de valor.
- Ele argumenta que a estratégia focada em bancos da Ripple não redefine o próprio XRP.
O CEO da Anodos Finance, Pano Mekras, está redirecionando o XRP para sua identidade original, argumentando que o ativo não deve ser enquadrado principalmente como uma ferramenta para bancos. Em uma postagem recente, ele diz que o XRP deveria voltar à “sua visão original” e parar de ser vendido como algo que ajuda instituições, vendo como “uma mercadoria descentralizada que vive em uma rede democrática.”
A publicação está reabrindo um debate familiar dentro da comunidade XRP. Um dos lados enfatiza a estratégia de pagamentos institucionais da Ripple. O outro argumenta que essa narrativa se afastou demais do que o XRP Ledger foi originalmente construído para fazer.
Mekras leva o XRP de volta às suas raízes
Mekras diz que o XRP “deve voltar à visão original” e rejeita a ideia de que o ativo deva servir principalmente às finanças institucionais. Ele argumenta que a identidade do XRP está sendo reduzida a uma “ferramenta bancária”, mesmo que o livro de contas tenha sido elaborado com um propósito mais amplo.
Ele diz: “O XRP não foi feito para bancos. Foi construído para matá-los.” Seu argumento mais amplo é que o XRP deve ser entendido como uma infraestrutura financeira aberta, e não como um produto voltado principalmente para a adoção por empresas.
Fundadores do XRPL buscavam eliminar intermediários
Mekras relaciona seu argumento aos primeiros princípios de design da XRP Ledger. Nesse enquadramento, o XRPL foi criado para apoiar a troca de valor entre pares sem depender de guardiões financeiros. Ele aponta para o período de gênese em 2011 e 2012 e destaca a “Desintermediação como Missão” como a ideia central por trás do projeto.
Ele também faz referência a David Schwartz e à equipe fundadora inicial, incluindo Jed McCaleb e Arthur Britto. Uma citação atribuída a Schwartz no material diz: “A visão era clara: um plano arquitetônico para um mundo onde os bancos não fossem mais necessários.”
Mekras também cita a postagem de Schwartz em 2019 sobre a impossibilidade de pagar um guia turístico devido à proibição vitalícia do PayPal, o que, segundo ele, captura a motivação original por trás da rede.
Estratégia bancária não redefine o XRP
Mekras argumenta que a virada da Ripple para os bancos foi uma estratégia de adoção, não uma reescrita da natureza central do XRP. Em sua visão, a XRP permanece independente da Ripple mesmo enquanto a empresa desenvolve produtos de pagamento voltados para empresas em torno dela.
Essa posição está revivendo uma divisão comunitária mais ampla. Alguns apoiadores do XRP continuam enfatizando a integração institucional como o caminho mais claro para o valor a longo prazo. Outros argumentam que a exchange descentralizada, os recursos de tokenização e o design de rede pública do XRP estão sendo ofuscados por uma narrativa que foca demais nos bancos.
Mekras claramente se coloca no segundo campo e incentiva a comunidade a recuperar essa estrutura original.
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