Coinbase Leva Processo da Procura Geral de Nova York ao Tribunal Federal

Coinbase Leva Ação da Procuradora Geral de Nova York ao Tribunal Federal por Mercados de Previsão

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Coinbase Leva Processo da Procura Geral de Nova York ao Tribunal Federal
  • A Coinbase leva o processo ao tribunal federal, citando a supervisão da CFTC sobre os mercados de previsão.
  • O Procurador-Geral alega que a Coinbase e a Gemini operavam plataformas de jogos de azar não licenciadas.
  • Eles buscam multas, perda de lucros e restituição por supostas operações ilegais.

A Coinbase intensificou sua resposta legal a um processo movido pela procuradora-geral de Nova York, Letitia James, ao transferir o caso para o tribunal federal, argumentando que a disputa se concentra na legislação federal que regula os mercados de previsão.

A empresa, por meio de seu Diretor Jurídico, Paul Grewal, afirmou que as reivindicações de Nova York levantam questões substanciais sobre a lei federal e são completamente preemptas, tornando a jurisdição federal apropriada.

O caso está atualmente em andamento no tribunal federal de Nova York, onde a Coinbase argumenta que os mercados de previsão operam como bolsas reguladas federalmente, supervisionadas pela Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC).

Argumento da Supervisão Federal Assume o Protagonismo

Segundo a Coinbase, os mercados de previsão são estruturados como bolsas nacionais registradas na CFTC, colocando-as sob autoridade reguladora federal. A empresa citou disposições da lei dos EUA para justificar a remoção do caso dos tribunais estaduais, incluindo estatutos federais de remoção de agentes.

Grewal acrescentou que a Coinbase pretende continuar defendendo o que descreve como o marco pretendido pelo Congresso para a supervisão federal desses mercados.

Procurador-Geral Alega Operações Ilegais de Jogos de Azar

Na queixa, o Procurador-Geral James afirma que a Coinbase e a Gemini oferecem produtos de mercado de previsão que permitem aos usuários apostar em resultados como eventos esportivos, eleições e entretenimento. A ação judicial afirma que essas atividades se enquadram na definição legal de jogo de azar segundo a lei de Nova York porque os resultados são incertos e estão fora do controle dos participantes.

Além disso, os investigadores estaduais alegam que ambas as empresas não conseguiram obter licenças da Comissão de Jogos do Estado de Nova York, o que é exigido para operações legais de jogo. A denúncia também observa que essas plataformas eram acessíveis a usuários de 18 a 20 anos, apesar das regras estaduais exigirem que os participantes em apostas esportivas móveis tenham pelo menos 21 anos.

Ação de Fiscalização e Penalidades Financeiras Solicitadas

O Escritório do Procurador-Geral está buscando múltiplas soluções, incluindo multas, perda de supostos lucros ilegais e restituição para os usuários afetados. O processo ainda afirma que as plataformas contornaram as obrigações fiscais vinculadas a operações de jogos de azar licenciadas, que geralmente financiam programas públicos como educação e iniciativas de tratamento de jogos de azar.

Alegações adicionais incluem violações relacionadas a apostas em jogos envolvendo times universitários de Nova York, o que é proibido pela lei estadual. O Procurador-Geral citou preocupações sobre riscos financeiros e pessoais, referenciando estudos que ligam a exposição precoce ao jogo a desafios de saúde mental.

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